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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Udesc adere ao Sisu para 25% das vagas do vestibular de verão


Mudança já começa a valer para o vestibular do fim desse ano.


O Conselho Universitário (Consuni) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) decidiu oferecer 25% das vagas do vestibular de verão pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A medida foi divulgada após reunião realizada nesta terça-feira (16). A instituição espera ganhar projeção nacionar e receber recursos federais com a integração ao Sisu.

A mudança já valerá para o vestibular 2014, realizado no fim desse ano. No total, 400 vagas serão oferecidas pelo sistema federal, usando o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Desse montante, 30% será reservado para alunos de escolas públicas e negros, de acordo com a política de ações afirmativas da Udesc.
Segundo a universidade, a adesão ao Sisu já estava prevista no Plano de Gestão 2012-2016 e serão feitos acompanhamentos para entender os resultados da experiência. “A decisão permitirá que a Udesc ganhe projeção nacional e receba recursos federais para uso em ações afirmativas para permanência estudantil”, diz o pró-reitor de Ensino da Udesc, Luciano Hack.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Como a renúncia do Papa Bento XVI pode cair no vestibular


Nesta segunda-feira (11), o Papa Bento XVI anunciou que irá renunciar em 28 de fevereiro. Ele, que tem 85 anos e ficou oito no papado, alegou problemas de saúde devido à idade avançada e desejou o fim das rivalidades e divisões internas na Igreja Católica.
Bento XVI foi escolhido em abril de 2005 para suceder João Paulo II, um dos pontífices mais populares da história. Sua renúncia tem gerado especulações sobre seus reais motivos – muitos acreditam que teve a ver com divisões e disputas internas na Igreja, bem como com a falta de popularidade do Papa. Em 15 a 20 dias após a renúncia, será realizado um conclave, ou reunião de cardeais para escolher um sucessor.
Seis papas abdicaram do posto antes de Bento XVI, mas outros já foram forçados a fazer isso por razões políticas ou territoriais. O último caso havia acontecido há quase 600 anos: em 1415, o Papa Gregório XII anunciou a saída do cargo para resolver uma disputa interna na Igreja que havia resultado no Cisma do Ocidente, uma crise religiosa entre os anos de 1378 e 1417 na qual, por causa do autoritarismo do Papa eleito, surgiram outros dois Antipapas para disputar o poder, um em Pisa e outro em Avignom (França).
O poder da Igreja
“É importante que o aluno estude o papel da Igreja na História do Ocidente. Ela sempre teve grande importância política, social e econômica e entrou em crise no século 16, com o Renascimento. Mas manteve certo poder até parte do século 20”, diz o professor de Filosofia do Cursinho do XI, Antonio Spirandeli Junior.
O último grande feito político de um papa foi em 1979, quando João Paulo II teve um peso importante na desestabilização dos regimes socialistas do Leste Europeu. 
Imagem: Getty Images

Depois disso, a Igreja foi perdendo o seu poder. “Ela não soube dar uma resposta para a angústia e as exigências do homem pós-moderno, pois está arraigada a um tipo de pensamento anterior”, explica o professor Antonio, que é formado em Teologia.
O Concílio Vaticano II, uma série de conferências realizadas entre 1962 e 1965 e conduzidas pelo Papa João XXIII, foi uma tentativa de modernizar e abrir a Igreja para o diálogo, estabelecendo que a mensagem católica deveria ser inteligível para o mundo, com missas realizadas nas línguas nacionais e não mais em latim, com o padre de costas para os fiéis, por exemplo. Isso dividiu mais a Igreja entre grupos mais progressistas e mais conservadores e, com o Papa João Paulo II, houve um congelamento dessa modernização. Por sua vez, Bento XVI responsabilizou a mídia pelo que chamou de interpretação distorcida das reuniões da igreja na época, defendendo que o Concílio não foi uma ruptura revolucionária com o passado, como consideram os católicos liberais, mas apenas uma renovação.

“Mas existe uma contradição na postura de Bento XVI, uma vez que ele foi um conservador que veio combater a modernização e o diálogo, mas sua renúncia pareceu um apelo contrário – o de que a Igreja deve, sim, mudar”, explica o professor Antonio.
O que é preciso saber
“É importante que o vestibulando saiba que o Vaticano é a única monarquia absolutista que temos. O Papa exerce o papel de rei com plenos poderes: legisla, administra e julga, tendo o poder de condenar ou perdoar”, explica o professor Célio Tasinafo, do Cursinho Oficina do Estudante.
Segundo ele, também é bom estudar a história da Igreja como força hegemônica durante a Idade Média e suas alianças com monarquias absolutistas. A partir do ano 391, quando o imperador Teodósio tornou o catolicismo a religião oficial do Império Romano, a Igreja passou a acumular fortunas e territórios. A estrutura com padres e sacerdotes na base da pirâmide, bispos acima e o papa no topo já estava definida no século 5.
Na Idade Média, os sacerdotes detinham não somente o poder político e econômico, mas também o conhecimento: diferente da maioria da população, eles sabiam ler e escrever. O pensamento filosófico da época foi influenciado intensamente pela Igreja e os maiores expoentes da filosofia medieval eram religiosos: Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino.
A decadência do poderio da Igreja veio com o fim do feudalismo. A partir do século 11, a Europa entrou em um período de relativa calmaria, a agricultura se desenvolveu, a população aumentou e o feudalismo deixou de funcionar na sociedade em expansão, com o aumento da pressão pelo aumento do comércio e pela urbanização. Nascia um novo sistema econômico: o capitalismo. Começava a Idade Moderna e a Igreja perderia o seu imenso poder.


Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/atualidades-vestibular/como-a-renuncia-do-papa-bento-xvi-pode-cair-no-vestibular/ 


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Livros UFSC 2014


A Comissão Permanente do Vestibular (COPERVE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) divulgou as oito obras e autores para o Vestibular/2014.
Confira abaixo:






















Observações importantes:
a) Recomenda-se a leitura integral das obras.
b) O conhecimento dessas obras supõe capacidade de análise
e interpretação de textos, bem como o reconhecimento de
aspectos próprios aos diferentes gêneros.
c) Entende-se que é necessário conhecer também o contexto
histórico, social, cultural e estético de cada obra.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Escolha profissional exige maturidade


No mês passado, os meios de comunicação do país noticiaram que alunos do 2º ano do ensino médio de Goiânia, capital de Goiás, já estavam frequentando uma faculdade. Após conseguirem a pontuação necessária para aprovação no vestibular, mais de 50 estudantes, com ensino médio incompleto, matricularam-se na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO).

(Foto ilustrativa)
- Será que você é maduro? Faça o teste e confira!

No mesmo período, foi publicado que mais de 470 candidatos foram convocados para a matrícula na Universidade de São Paulo (USP), mas não puderam efetuar a inscrição por não terem completado o ensino médio. A legislação sobre o tema é confusa. Enquanto a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) diz que o acesso aos níveis superiores se dá conforme a capacidade do aluno, o Ministério da Educação (MEC) afirma que todo estudante deve cumprir 200 dias letivos durante três anos de ensino médio (800 horas anuais) para estar apto a prosseguir para o ensino superior.

Diante dessas notícias, o GUIA DO ESTUDANTE levantou a questão: existe uma idade ideal para entrar na faculdade e escolher o futuro profissional? Para a professora e psicóloga Regina Sonia Gattas F. do Nascimento não, mas maturidade é fundamental. “Essas questões de se há ou não uma idade certa para entrar na faculdade são individuais, mas acho que é cedo entrar na faculdade antes de terminar o ensino médio. De um modo geral o estudante ainda não tem maturidade para definir o futuro”, diz.

Segundo a psicóloga, o problema é que quando se é muito novo nem sempre se sabe o que quer. “Além disso, quando a pessoa é muito nova acaba ficando mais perdida na universidade. No ensino superior não há professores cobrando os alunos, é preciso ter mais autonomia, algo que se adquire com maturidade. A universidade traz desafios que os estudantes muito novos não estão preparados”, explica Regina Sonia.

De acordo com a psicóloga, a ideia do “muito novo” também se estende para os recém-formados no ensino médio. “Aos 17 anos essa escolha também é difícil, o estudante ainda não tem essa certeza. Muitos escolhem um curso por modinha, por influência de pais ou amigos ou por terem uma visão ideal, romanceada, da profissão”, afirma.

Para o orientador profissional Silvio Bock, colaborador do GUIA DO ESTUDANTE, é muito importante que a sociedade se pergunte o motivo de tanta ansiedade para entrar no ensino superior. “Esse quadro mostra os valores dessa nova geração, que acha que quanto mais rápido é melhor. Esses meninos devem viver em média 100 anos. Por isso me pergunto: o que quer dizer entrar antes do convencional na universidade?”, indaga o orientador. 

Experiência conta na hora da escolha profissional
“Muitos dizem que é importante adquirir mais experiências além das conseguidas no ensino médio. Acho que talvez seja interessante copiar os modelos europeus, em que as pessoas se dão o direito de viajar um tempo depois da escola, para só aí pensar na entrada da faculdade”, diz Silvio Bock.

A dica de Regina Sonia é tentar se projetar no futuro. “A primeira coisa é fazer um projeto de vida. Pensar o que deseja ser lá na frente, aonde quer chegar. Afinal, a faculdade é apenas um meio para se chegar ao futuro profissional”, sugere. 

Além disso, a psicóloga indica que os estudantes se informem sobre a profissão que pretende seguir. “Acho muito importante que o aluno veja na prática como é o dia a dia do profissional que ele quer ser. Também considero necessário que esse estudante tenha contato com pessoas comuns dentro dessa profissão, para deixar de lado a visão romântica da carreira”, explica.
por MARIANA NADAI 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Como alcançar a redação Nota 1000


As regras para a correção da redação do Enem estão mais claras e mais próximas dos candidatos. O manual A Redação no Enem 2012 – Guia do Participante, publicado esta semana pelo MEC, é um forte aliado na preparação para o concurso. O material reúne os erros gramaticais mais e menos graves, como será feita a contagem de pontos e ainda publica a íntegra de redações que alcançaram a nota máxima (1.000 pontos) no exame de 2011, comentadas por profissionais.



Elaborado pela equipe da Diretoria de Avaliação da Educação Básica (Daeb) do Inep, em conjunto com especialistas, o volume tem 48 páginas e está disponível online. Cópias impressas devem ser distribuídas em escolas públicas de todo o país. O material ainda especifica o que será esperado do texto
dos candidatos nas cinco competências de avaliação definidas pelo concurso. Em tabelas, é possível comparar o que é preciso para uma redação alcançar os 200 pontos máximos em cada competência ou, ainda, o que faz um texto ganhar nota zero em um determinado quesito. Para ajudar você a vencer a
redação do Enem, reunimos as exigências para uma redação nota mil. Confira a matéria completa nos links abaixo:


Fonte: Diário Catarinense

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Inscrições abertas para os vestibulares UFSC e SATC


Atenção Alunos Maristas!

Estão abertas as inscrições para vestibulares da UFSC e SATC:

> Vestibular Faculdade SATC: Inscrições de 01 a 31 de outubro
http://www.faculdadesatc.com/

> Vestibular UFSC:   Inscrições de 25 de setembro a 24 de outubro
http://www.vestibular2013.ufsc.br/



terça-feira, 2 de outubro de 2012

Procuram-se engenheiros


IFSC abre quatro cursos de engenharia, em Florianópolis, e 160 novas vagas de graduação. Entre eles, o inédito em SC Engenharia Mecatrônica


Historicamente, o IFSC tem uma forte ligação com a parte prática. Por isso, um dos diferenciais desses cursos são as frequentes aulas que fazem o aluno colocar a “mão na massa”, ou melhor, o “pé na fábrica e na obra”. Se você passou a infância desmontando o liquidificador da sua mãe ou simplesmente começou a se interessar pela área, confira um pouco mais desses novos cursos da instituição.

Acesse a matéria completa clicando aqui e sobre os cursos, clique aqui.

Fonte: Jornal Diário Catarinense. Edição do dia 25/09.

Saiba como as eleições podem cair no vestibular


No dia 7 de outubro ocorre o primeiro turno das eleições que servirão para a escolha de prefeitos e vereadores de mais de 5,5 mil cidades brasileiras. Ocorrem eleições no país a cada dois anos. Em 2010, foi para os cargos de presidente, governador, deputado e senador.

É bom ficar atento a esse tema. “As eleições no Brasil são um tema recorrente em vestibulares, sobretudo em anos eleitorais no país”, afirma o professor de História do Curso Anglo, Jucenir Rocha. “As primeiras eleições ainda no período colonial, mudanças no formato do voto (censitário ou universal, direto ou indireto, aberto ou secreto), extensão do direito de voto (a mulheres, analfabetos, maioridade eleitoral) etc. aparecem nos testes de múltipla escolha ou questões dissertativas, não raras vezes solicitando exemplos”, completa.

Foto: Agência Brasil

Para o professor de Atualidade do Cursinho do XI, Samuel Loureiro, é importante prestar atenção à questão do voto feminino e buscar charges antigas, como as da década de 30, em que apareciam temas como o voto de cabresto. “Também é bom estudar a Revolução Constitucionalista de 32, que pedia o ordenamento dos direitos políticos do cidadão”, completa. (Fique ligado, porque em breve o blog Atualidades vai publicar um post só sobre esse assunto.)
Ele também diz que há chances de as eleições serem cobradas na prova de redação: “Pode aparecer algo como a responsabilidade do cidadão com o voto ou os direitos políticos, cruzando as eleições com a Primavera Árabe, por exemplo”.
Questões da atualidade como a corrupção ou a Lei da Ficha Limpa podem ser lembradas, porém superficialmente. “Vestibulares costumam evitar o aprofundamento de questões polêmicas. Assim, cabe ao candidato saber simplesmente que corre um processo no STF sobre um certo caso do Mensalão no governo Lula e que vigora desde 2009 uma lei que, em tese, impede condenados pela justiça de participar de eleições”, diz o professor Jucenir.

Como é hoje
Os senadores são eleitos para representar os estados e somam 81 ao todo – três para cada unidade da federação. Diferentemente dos outros cargos, que valem por quatro anos, eles são eleitos para um mandato de oito. Já os deputados são escolhidos pelo sistema proporcional e somam 513 parlamentares na Câmara Federal.
Governadores, presidente, prefeitos e senadores são eleitos por eleições majoritárias. Os três primeiros precisam atingir a metade mais um dos votos (descontados os brancos e nulos). Caso isso não ocorra, é realizado o segundo turno entre os dois candidatos que obtiveram maior número de votos. Os senadores eleitos são os que conquistaram o maior número de votos em seus estados.

Confira mais sobre as eleições no link: http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/atualidades-vestibular/